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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do Ministério da Cultura - III
No site do Ministério da Cultura, são publicados os nomes de todos os artistas ou bandas que receberam recursos do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural. Foram poucos os nomes que eu reconheci na lista de beneficiados pelo programa.
Dando continuidade ao levantamento publicado aqui em 22 de agosto de 2008, divulgo alguns nomes de artistas beneficiados com recursos do referido programa para viagens entre setembro e novembro de 2008. Acho importante divulgar o programa e indicar artistas conhecidos que obtêm o apoio, pois isso pode incentivar outras bandas a participarem do programa.
Com viagens em setembro de 2008:
- Cérebro Eletrônico: R$ 3.583,44;
Com viagens em outubro de 2008:
- Fabiana Cozza: R$ 7.515,32.
Com viagens em novembro de 2008:
- Mamelo Sound System: R$ 12.770,00.
- Andréia Dias: R$ 15.243,80 (em lista de espera).
Dando continuidade ao levantamento publicado aqui em 22 de agosto de 2008, divulgo alguns nomes de artistas beneficiados com recursos do referido programa para viagens entre setembro e novembro de 2008. Acho importante divulgar o programa e indicar artistas conhecidos que obtêm o apoio, pois isso pode incentivar outras bandas a participarem do programa.
Com viagens em setembro de 2008:
- Cérebro Eletrônico: R$ 3.583,44;
Com viagens em outubro de 2008:
- Fabiana Cozza: R$ 7.515,32.
Com viagens em novembro de 2008:
- Mamelo Sound System: R$ 12.770,00.
- Andréia Dias: R$ 15.243,80 (em lista de espera).
Academia e mercado
A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS) realiza seu encontro anual essa semana em Caxambu (MG).
No encontro anual, além das conferências, há grupos de trabalho que debatem textos enviados por pesquisadores de todo o país.
Entre os temas a serem debatidos no encontro, há um que dialoga com o blog: Cultura, Economia e Política.
Três trabalhos me pareceram bastante interessantes:
- Transformações recentes nas formas de produção e difusão de música gravada no Brasil (2000-2008), de Márcia Regina Tosta Dias (UNESP);
- Um som barato: redefinições na experiência de consumo musical, de Manoel Sotero Caio Netto (UFPE);
- O específico mercado brasileiro de música gravada e a nova economia musical mundial, painel de Mariana Barreto (UNICAMP).
No encontro anual, além das conferências, há grupos de trabalho que debatem textos enviados por pesquisadores de todo o país.
Entre os temas a serem debatidos no encontro, há um que dialoga com o blog: Cultura, Economia e Política.
Três trabalhos me pareceram bastante interessantes:
- Transformações recentes nas formas de produção e difusão de música gravada no Brasil (2000-2008), de Márcia Regina Tosta Dias (UNESP);
- Um som barato: redefinições na experiência de consumo musical, de Manoel Sotero Caio Netto (UFPE);
- O específico mercado brasileiro de música gravada e a nova economia musical mundial, painel de Mariana Barreto (UNICAMP).
Seria importante que esses pesquisadores fossem convidados para as conferências, festivais e feiras de música que ocorrem pelo Brasil.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Estatísticas de setembro
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Sucesso?
Recebi um e-mail poucos dias atrás. Na verdade, era um “spam” de uma empresa que oferecia soluções para ajudar na divulgação de artistas e bandas (o slogan: “O sucesso não acontece por acaso”).
Normalmente, não leio “spam” por princípio, pois lê-lo é dar atenção para uma forma de aproximação com a qual não concordo... Mas acabei atraído pela frase indicada como título do e-mail. Acabaram ganhando minha atenção por alguns minutos.
Trata-se de uma empresa que oferece o seguinte: a produção e divulgação de uma coletânea em cd.
Os benefícios (tanto ganharam minha atenção que estou reproduzindo as principais características do serviço que oferecem...):
- as músicas da coletânea serão disponibilizadas para as principais rádios do país;
- o cd será encartado em uma publicação do mercado (produtores, casas de shows, empresários, etc.) e enviado para mais de 1.000 rádios em toda região Sudeste e Santa Catarina;
- o cd será enviado para os maiores produtores musicais, selos e gravadoras do país;
- as músicas serão divulgadas por meio de um mailing que conta com mais de 100 mil e-mails;
- cada artista receberá 60 cds e, com a venda dos mesmos, poderá amortizar os custos de investimento ou lucrar com a venda das cópias da coletânea;
- o artista deve ter uma música produzida, com boa qualidade ou, caso não tenha, pode contratar com o fornecedor do serviço a produção de uma música para a coletânea.
Custo: R$ 900,00 (preço para os primeiros 10 artistas que fecharem a contratação).
É uma proposta do século passado e ineficaz. Vou dizer os porquês.
1. Aposta nas rádios como veículo mediador entre artista e público.
2. Aposta em mediadores estabelecidos (produtores, casas de shows, empresários, etc.) como engrenagens que contribuirão para um artista se desenvolver.
3. Aposta no artista como objeto a ser descoberto, não como sujeito do que ele pretende alcançar.
4. Aposta em produtores musicais, selos e gravadoras, todos dispensáveis no momento em que o próprio artista pode entrar em contato diretamente com seu público.
5. Aposta em envio de e-mails para um publico indefinido (mailing) no momento em que um dos bens mais escassos que há é a atenção.
Proposta do século passado = equívoco.
Uma banda que contrata um serviço como esse é como uma restaurante que, percebendo a escassez de peixes no mercado, contrata um pescador para jogar uma rede de 10 metros quadrados no Oceano Pacífico.
O lance é que o público não quer ser tratado como peixe. O seu público rejeita iniciativas que pressupõem lançar uma rede contra eles. Não existem mais cardumes de consumidores de música. Os consumidores de música não mais estão confinados. São necessários outros tipos de incentivos.
Não se busca desesperadamente uma gravadora. Você mesmo se organiza e, se você for bom e tiver algo de novo, as pessoas virão atrás de você.
Não se corre atrás do Rick Bonadio. Corre-se atrás do bar, clube ou praça do seu bairro, cidade, estado ou país para que você se apresente por lá.
Agora, se você quiser comprar 60 cds (de uma coletânea em que sua banda conta com 1 música) por R$ 900,00, vai lá. Eu só acho que há modos mais eficazes de gastar R$ 900,00 para promover sua banda. Mas quem sou eu para opinar, né? Eu li o “spam”...
Normalmente, não leio “spam” por princípio, pois lê-lo é dar atenção para uma forma de aproximação com a qual não concordo... Mas acabei atraído pela frase indicada como título do e-mail. Acabaram ganhando minha atenção por alguns minutos.
Trata-se de uma empresa que oferece o seguinte: a produção e divulgação de uma coletânea em cd.
Os benefícios (tanto ganharam minha atenção que estou reproduzindo as principais características do serviço que oferecem...):
- as músicas da coletânea serão disponibilizadas para as principais rádios do país;
- o cd será encartado em uma publicação do mercado (produtores, casas de shows, empresários, etc.) e enviado para mais de 1.000 rádios em toda região Sudeste e Santa Catarina;
- o cd será enviado para os maiores produtores musicais, selos e gravadoras do país;
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- cada artista receberá 60 cds e, com a venda dos mesmos, poderá amortizar os custos de investimento ou lucrar com a venda das cópias da coletânea;
- o artista deve ter uma música produzida, com boa qualidade ou, caso não tenha, pode contratar com o fornecedor do serviço a produção de uma música para a coletânea.
Custo: R$ 900,00 (preço para os primeiros 10 artistas que fecharem a contratação).
É uma proposta do século passado e ineficaz. Vou dizer os porquês.
1. Aposta nas rádios como veículo mediador entre artista e público.
2. Aposta em mediadores estabelecidos (produtores, casas de shows, empresários, etc.) como engrenagens que contribuirão para um artista se desenvolver.
3. Aposta no artista como objeto a ser descoberto, não como sujeito do que ele pretende alcançar.
4. Aposta em produtores musicais, selos e gravadoras, todos dispensáveis no momento em que o próprio artista pode entrar em contato diretamente com seu público.
5. Aposta em envio de e-mails para um publico indefinido (mailing) no momento em que um dos bens mais escassos que há é a atenção.
Proposta do século passado = equívoco.
Uma banda que contrata um serviço como esse é como uma restaurante que, percebendo a escassez de peixes no mercado, contrata um pescador para jogar uma rede de 10 metros quadrados no Oceano Pacífico.
O lance é que o público não quer ser tratado como peixe. O seu público rejeita iniciativas que pressupõem lançar uma rede contra eles. Não existem mais cardumes de consumidores de música. Os consumidores de música não mais estão confinados. São necessários outros tipos de incentivos.
Não se busca desesperadamente uma gravadora. Você mesmo se organiza e, se você for bom e tiver algo de novo, as pessoas virão atrás de você.
Não se corre atrás do Rick Bonadio. Corre-se atrás do bar, clube ou praça do seu bairro, cidade, estado ou país para que você se apresente por lá.
Agora, se você quiser comprar 60 cds (de uma coletânea em que sua banda conta com 1 música) por R$ 900,00, vai lá. Eu só acho que há modos mais eficazes de gastar R$ 900,00 para promover sua banda. Mas quem sou eu para opinar, né? Eu li o “spam”...
(A empresa está certa, o sucesso não acontece por acaso. Concordo com o pressuposto, não concordo com o método).
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Estatísticas de agosto
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